domingo, 27 de março de 2011

Unspoken words to you (*****)


Suas histórias, suas histórias são como sussurros que nunca poderei ouvir, melhor dizendo, como beijos que nunca sentirei em meu coração. ** Como queria poder me lembrar de um abraço seu que na verdade não tive, porque eu sei, eu também tenho a minha parcela de culpa nisso tudo, eu não te olhei como devia, apenas te vi e desloquei meu corpo de sua direção.
Grunhi no silêncio do meu quarto por desejo de estar ao teu lado e poder entrelaçar minha mão em seus fios de cabelo. Olhe, sim "você"! veja o que eu tenho aqui, um monte de sentimentos e aflições acumulados, aqui, todos relutantes por não dizer e não te ouvir falar.
Eles diziam que a sua presença me embotava os olhos e curvava meus ombros junto com a minha interação, e acredite, sim eu diria, você me deixa inteiramente boba. Talvez eu apenas confiava mais. que mais palavras viriam a ser ditas. Mais não só elas, também os seus sentimentos diretamente precisos, como não o que vejo agora.
Me vejo parada sem conseguir fazer, pensar ou um simples movimento; Não sem conseguir resolver o que tenho, ou pior, não tenho com você. E sei que pelo menos oficializar talvez me facilite, talvez eu ande, mesmo não sabendo como sou pra você.
Mas quando eu vejo-te, posso sentir a respiração segurar meus pulmões, posso sorrir sem perceber ser idiota. Eu te vejo e em instantes roda um filme e nesse roteiro: "Bruna franziu a testa amorosamente para ***** enquanto ela coligava os olhos afetivamente ao espaço ."
Era noite de quinta - feira e a minha cabeça estava lotada de você, um reboque preso e havia luzes. Na sexta de manhã o jardim era imenso e cada flor pertencia à você a cada passo que se aproximava.
Talvez, também, este seja um ADEUS, más sem comunicação, não saberia como lhe dizer, não encontraria voz que sustentasse tão dolorosamente esta palavra. "Porque"? Porque as perguntas invadem tanto os meus pensamentos, porque fecho os olhos e não sei mais não sentir você? O meu peito no meu coração, sinto sangrar compulsivamente. E logo não, não sinto muito, pois não sinto mais, não sinto mais essas palavras que saem da minha boca;
O seu olhar petrificado congelou o que sentia.

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