Eu tenho corrido por
esses campos.
Fugi mais do que
aguento, e as flores da varanda secaram.
Nos nós do meu
pensamento eu insisto em não querer carregar
As suas reminiscências.
Porque dói só ter as
suas recordações pros meus desejos.
E as paredes que
carrego já não são capazes de suportar
Os espinhos da sua
reação.
Eu a amo à medida que
a perco.
Eu odeio à medida que
me apego.
Pois sei como será
esse fim.
Como uma pedra que
precisa de zelo
Esse sentimento se
apropriou da minha alma.
A partida, me castiga.
Eu apanho e não quero
aceitar te perder.
Eu caio e não posso
suportar a distância
Do meu coração com o
seu peito.
Do seu corpo com a
minha pele.
Eu estava perdida e
então entendia os meus erros.
Querer tê-la
Rouba-la no instante
em que a vi
Pra mim.
Noite nada mais
prendia meu interesse
E a todo lugar que eu
observo
Eu me confundo no
rosto de outras pessoas
E você não esta lá.
E assim só conseguia
voltar à cena do meu crime
Para me odiar.
Para me culpar do
passado
E encher de lamúrias
os meus lençóis.
Não siga sem mim.
Más eu à amo e a
deixo ir.



