sábado, 3 de setembro de 2011
Minha Triste Ausência de Mim
.
Nesses traços marcados nos laços de linhas do meu rosto
Nesses passos trajados intranquilos na face dos meus pombos
Eu insisto sinto requer um pingo de trasgos sentidos
Sequer algum
Nos meus longos e duros fiapos farpados na coura de meu
corpo
Nos largos fechados da sombra, da mancha nos punhos dos meus
olhos
Sugerem ingerem tentando incitar os meus membros caídos
Sem se ver.
Aqueles que notam denotam e aplaudem pra fama prodigiosa
Aqueles nem sabem suspicaz subjetivo o meu infuso frustro
Impedem, in competem da parte de minha más de mim frustação
Que dor
Que sons purgados efeitos de noite corrompida de toda minha
vida
Que dó de ser, ver e vivenciar os socos surdos da absurda dê
minha existência.
Triste ausência de for, nem palavras nem dor nem tudo,
egoísmo.
Minha eterna dor
.
Na minha triste ausência do “eu”
.
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