Abri a mão e
à estendi ao seu rumo,
sem saber o que
a escontraria.
Direcionei alguns passos
à sua extenssão
e então descobri
que a sua mão
também estava estendida
à um coração sem dono.
Se apenas saber
que ninguém gosta de erros,
sabendo assim que em minhas mãos
não havia o suficiente . . . "não...
Não me aceitei ser
menos que aquele coração
tendo em mente que
mesmo diante dos olhos
não há existência do suficiente
senão, aquele coração teria dono.
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